Estival 2010

Estival fecha segunda edição
como movimento de resistência e cultura independente


Movimento de Cultura independente e de boa qualidade! A 2ª edição do Estival – Mostra de Peças Curtas, realizado nos dias 26, 27 e 28 de novembro, por um coletivo de artistas de São José dos Campos, reuniu cerca de 80 artistas, em três palcos, entre eles a praça Afonso Pena, no centro de São José, apresentando uma programação gratuita com trabalhos de curta duração, atingindo uma média de público de 700 pessoas.
Organizado por um Coletivo formado por atores, músicos, artistas plásticos, fotógrafos e escritores, o projeto apresentou uma semana de palestras e exibições dedicadas ao audiovisual, além de três dias de mostras artísticas apresentando cerca de 30 trabalhos, entre cenas, peças curtas, shows e performances e mais de 100 obras, entre quadros, fotografias e instalações, todas com acesso gratuito a população, que pôde conferir em três palcos a variedade e a produção independente da região.

Palco aberto: Uma das ações que envolveu muito a comunidade, aconteceu na praça Afonso Pena, localizada no centro da cidade. Com instalações visuais coordenadas pelas artistas plásticas Flávia D`ávila, Melissa Rahal, Fernanda Santos e Ângela Tutti, o público pôde apreciar intervenções com foto-poemas, micro-poemas, caleidoscópios, tecidos e fotografias. Além das artes visuais, a praça também recebeu obras produzidas pelos figureiros do Instituto Eco-Cultura, um cortejo de Clowns, com a intervenção Tapete da Fama, os grupos Teatro do Imprevisto e Boneco Vivo, numa ação que durou cerca de quatro horas.

Persistência: Pelo segundo ano consecutivo, o projeto não recebeu financiamento público, mesmo pleiteando editais como, Proac da Secretaria de Estado da Cultura e Funarte do Ministério da Cultura. Este cenário mostra que a demanda de projetos artísticos é grande, sendo necessário mais articulação de artistas e produtores, para que projetos de qualidade tenham continuidade e consigam ser vistos, valorizados e incentivados pelo poder público e empresas privadas. O Estival é apenas um exemplo neste gráfico, que de alguma forma contempla a sociedade garantindo o acesso a bens culturais, e ainda resiste sem financiamento de qualquer natureza. Este ano, o projeto teve parcerias para concessão de equipamentos e espaços para apresentações do projeto Oficinas Culturais do Estado de São Paulo, Instituto Magneto Cultural, Ponto de Cultura Bola de Meia e Fundação Cultural Cassiano Ricardo.

Sobre o Estival: Idealizado em 2009 pelos produtores Marcus Wesley, Ricardo Veríssimo, Sergio Ponti e Viviane Leite, o projeto este ano constituiu um “Coletivo de artistas” e tem como proposta receber produções experimentais e de curta duração, com objetivo de envolver artistas e fazedores de arte nos mais diversos segmentos. A fim de estabelecer um movimento pensado e realizado para que trabalhos artísticos circulem e dialoguem com a cidade. Além de por em pauta políticas públicas que possam contribuir para fruição da arte em São José dos Campos.



Clipping
Das muitas matérias que divulgaram o projeto, postamos algumas coberturas que foram mais completas.


Fotos e Vídeos
Abaixo disponibilizamos os link’s com vídeos e fotos. Vale lembrar, que os arquivos ainda estão em atualização com os registros da segunda edição do Estival e foram postados em baixa resolução para internet.




Reunião de programação com artistas

O Coletivo Estival realizou no dia 31 de outubro no Ponto de Cultura Bola de Meia, a reunião para o fechamento da programação da segunda edição do Estival – Mostra de Peças Curtas. Além das mostras artísticas previstas para os dias 26, 27 e 28 de novembro em diferentes pontos da cidade, este ano o projeto promove também no período de 21 a 25 de novembro, uma ação pré-estival na área de áudio-visual no Instituto Magneto. A reunião contou com representantes de vários segmentos artísticos, que conjuntamente com representantes do Coletivo Estival, compuseram um primeiro esboço para programação, que em breve será divulgada.

O Estival é realizado por um Coletivo de Artistas e destaca-se por seu caráter experimental. Sua primeira edição foi realizada em 2009, o projeto recebeu cerca de 80 artistas, entre atores, músicos, poetas, artistas plásticos, fotógrafos, entre outros, alcançando um público de aproximadamente 2 mil pessoas.